Depois de uma FITUR que, em 2021, ficou aquém das expectativas pelas razões óbvias da pandemia, a incerteza voltou a assolar uma das maiores feiras do setor do turismo do mundo e segundo a diretora da FITUR, Maria Valcarce, esta edição “gerou números que ficaram apenas 15% abaixo do seu melhor histórico”.
Após quase dois anos de paragem forçada, em que o setor dos cruzeiros sofreu um profundo impacto, a indústria regressa com grandes doses de inovação na oferta, na geração de novas experiências para o passageiro de cruzeiros e com modelos muito mais sustentáveis, que agregam mais valor ao setor como um todo e reforçam a sua competitividade e rentabilidade.

A FITUR CRUISES, que nesta primeira edição só se realizou durante o dia de sábado (22), teve um espaço com conteúdos próprios e abordou a perspetiva das empresas relativamente ao futuro dos cruzeiros: investimento na sustentabilidade dos navios e das operações, modelos de negócio, canais de marketing, diferenciação na oferta, etc.
Além disso, esta primeira edição da FITUR CRUISES foi muito orientada para a experiência e contacto com o próprio viajante. Ao longo de um dia inteiro, que culminou com um grande encontro de cruzeiristas, onde decorreram diversos eventos, jogos de equipa e onde as companhias de navegação, agências de viagens e fornecedores deram a conhecer porque razão os cruzeiros são a opção de férias que mais cresce.
Desta forma, a FITUR dá mais um passo no seu compromisso permanente de inovar e enriquecer a sua oferta com propostas de valor acrescentado para os profissionais do turismo e que, da mesma forma, contribuam para revalidar o papel da FITUR como referência de negócios e conhecimento para o setor do turismo.
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